terça-feira, 10 de maio de 2011

O cais pode ser nosso e ser deserto no elemento humano.

O cais pode ser nosso, existir o elemento água, ausência de lenços e de relógios, nervos dando horas . . .

O barco pode ser uma folha de papel dobrada 25 vezes ou uma casca de noz boiando sobre um rio...

O cais pode ser tudo, pode ser nada, o além ou para além...

A angústia pertencerá ao minuto contado que deixamos de contar...

Afastai o naufrágio, se o barco for ao fundo, aí seremos todos iguais...

Vem, é preciso que brotes poemas em vez de sangue.

Veste a tua veste. Cria o motivo.

Amar é a única forma de estar vivo!


1 comentário:

  1. Não seres vento nem maré, nem vontade nem saudade, talvez um dia o horizonte...

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