Espaço e tempo no universo em que ninguém nos liga nenhuma,em que a razão e a emoção são propias de um boneco.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Praia
sábado, 2 de julho de 2011
Palavras que choram...
Palavras que choram,são lágrimas que caem,são sentimentos que no coração moram,são sentimentos que do coração saem...É dor que sai do nosso coração,é paz que alivia a nossa alma,é o fim de um furacão e o começar da calma...É sossego que invade o nosso ser,é vazio que se sente no peito,são lágrimas pelo rosto a escorrerpor algum mal que nos foi feito...Lágrimas que caem,são sentimentos que no coração moram,e, que quando do coração saemsão palavras que choram...
quarta-feira, 29 de junho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
um olhar
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Sempre existe no mundo uma pessoa que espera a outra, seja no meio de um deserto ou no meio das grandes cidades...
E quando estas pessoas se cruzam, e os seus olhos se encontram, todo o passado e todo o futuro perdem qualquer importância, e só existe aquele momento...
Vivido com uma imensurável intensidade as pessoas entregam-se, perdem-se e encontram-se com um grande amor...Paulo Coelho
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Liberta todas as tuas angústias,
todas as tuas tristezas
no meu peito...
Fica apenas com a marca deste amor,
com esta chama que te incendeia,
desejo dos meus desejos,
ânsia dos meus anseios,
lágrima dos meus olhos,
amor do meu amor...
Quero ser a paz da tua alma,
apagar todo o fogo que há em ti,
alimentar os teus desejos mais intensos,
saciar a tua sede...
Quero ver a beleza iluminar o teu rosto,
e que o teu caminho não tenha destroços
de sofrimento...
Quero que sejas em mim,
o encanto mais irresistível,
a natureza mais pura,
o sentimento mais profundo....quinta-feira, 9 de junho de 2011
tinta
domingo, 29 de maio de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
Incontáveis as vezes e inumeráveis os momentos em que me pus a buscar, paciente, na memória, a hora exacta da tua chegada, o preciso momento em que vieste, aportaste e entraste na minha história...
Não sei dizer ao certo, como foi que isto se deu, não sei dizer, nem de perto, de que modo isto nasceu...
Só uma coisa pude precisar: a tua voz chegou antes...
Antes de ti, antes do teu olhar...
Antes, muito antes...
Como se me viesses avisar da tua chegada...
Como um navio que se sabe, em algum ponto distante, cujo som de longe invade...
Assim, a tua voz... Antes... Como veio, Continua... Permanece... Ressoa, ecoa, flutua... Abraça, beija, aquece...
Há os sons na rua, pessoas a vaguear, a conversar, crianças a brincar, a gritar...
Mas só uma voz: a tua...
Há tanta coisa a ser dita, tanta coisa importante...
E eu parada, meio tonta, meio aflita com a tua voz, que, de novo, chegou antes...